Cunha chama Temer, Lula e Delcídio como testemunhas de defesa

Além de presidente, ex-presidente e ex-senador, lista tem 19 nomes. Ex-deputado está preso O ex-presidente da Câmara e ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) chamou o presidente da República, Michel Temer, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-senador Delcídio do Amaral como testemunhas de defesa no processo que responde no âmbito da Operação […]

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03 nov 2016 Por R7 7h20

Além de presidente, ex-presidente e ex-senador, lista tem 19 nomes. Ex-deputado está preso

eduardo cunha

Lista de testemunhas de defesa de Eduardo Cunha contem nomes com do Ex-presidente Lula, do atual presidente Michel Temer e do Ex-Senador Delcídio do Amaral

O ex-presidente da Câmara e ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) chamou o presidente da República, Michel Temer, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-senador Delcídio do Amaral como testemunhas de defesa no processo que responde no âmbito da Operação Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba (PR).

A lista completa de testemunhas contém 22 nomes e foi apresentada pelos advogados de Cunha ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pela condução dos processos da Lava Jato na primeira instância.

Além de Lula, Temer e Delcídio, a defesa de Cunha também chamou outros políticos como o ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB), o ex-ministro e deputado federal Mauro Lopes (PMDB-MG), o deputado federal Leonardo Quintão (PMDB-MG), o ex-deputado petista João Paulo Cunha, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró e o pecuarista José Carlos Bumlai.

Eduardo Cunha está preso preventivamente desde o dia 19 de outubro, quando a PF (Polícia Federal) o deteve perto do prédio em que ele morava em Brasília, na Asa Sul. Cunha teve o mandato cassado em setembro deste ano.

A prisão de Cunha atendeu a um pedido feito pelo MPF (Ministério Público Federal) e acatado pelo juiz Sérgio Moro. O MPF pediu, ainda, o bloqueio de mais de R$ 220 milhões de bens de Cunha — Moro também atendeu a esse pedido.

Os procuradores sustentaram que “a liberdade do ex-parlamentar representava risco à instrução do processo, à ordem pública, como também a possibilidade concreta de fuga em virtude da disponibilidade de recursos ocultos no exterior, além da dupla nacionalidade (Cunha é italiano e brasileiro)”.

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