Festival América do Sul inicia programação e reforça compromisso com edição 2017

Secretário reafirmou que realização do Festival é crucial e governo garantiu a realização da edição 2017

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12 nov 2016 Por Erik Silva 9h00
Abertura da 13ª edição do FASP / Fotos: Erik Silva

Abertura da 13ª edição do FASP / Fotos: Erik Silva

Foi dado início na noite desta sexta-feira (11), a 13ª edição do Festival América do Sul Pantanal em Corumbá, reforçando a cultura pantaneira e a integração fronteiriça entre os países da América do Sul. Com um intensa programação e mais de 15 horas diárias de atrações, o Fasp 2016, conta com a participação de sete nacionalidades e programação nas Cidades de Corumbá, Ladário, Puerto Quijarro (Bolívia) e Puerto Suarez (Bolívia).

Representando o Governador Reinaldo Azambuja, o secretário estadual de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação (Sectei) ressaltou a importância do evento na preservação cultural de Mato Grosso do Sul. De acordo com Renato Roscoe, mesmo com as dificuldades financeiras e econômicas enfrentadas por todos os estados, o governador Reinaldo Azambuja reforçou o compromisso em não deixar de realizar os festivais por todo o estado.

“A manutenção de dois grandes festivais, o de Corumbá e o de Bonito, pelo Governo do Estado, é fruto de uma gestão que cortou gastos, definiu prioridades sem esquecer da cultura e está investindo no necessário, como este evento que transcende as nossas fronteiras”, afirmou Renato Roscoe. Para o secretário, “o Festival América do Sul Pantanal é crucial e não vamos deixa-lo de realizar”.

Roscoe destacou a integração latino-americana por meio das artes e a consagração de um festival que transformou Corumbá no coração do continente, cuja cultura única do Estado recebeu influências europeias e platinas através do Rio Paraguai. “É a oportunidade de celebrarmos a latinidade, e dessa forma, a cidade que todos consideram o berço da nossa cultura, cuja relevância é reconhecida pelo governo e nossos parceiros”, completou o secretário.

Homenagem

O Fasp foi aberto no principal palco, armado na Praça Generoso Ponce, no centro da cidade, oportunidade em que foi homenageada a corumbaense Alice Figueiredo, artista plástica de 70 anos, descendente de família tradicional de pantaneiros. Presentes a abertura do Fasp o prefeito de Corumbá, Paulo Duarte, e sua vice, Márcia Rolon; e subsecretaria da Sectei, Andrea Freire.

Aline Figueiredo lembrou, em seu discurso de agradecimento, que viveu a infância na região da Nhecolândia e seus pais foram vizinhos do poeta Manoel de Barros, já falecido. Ela parabenizou o Governo do Estado pela realização do festival, dizendo que o Fasp proporciona conhecimentos e descentraliza as artes em suas vertentes e se consolidou nestes 13 anos como fomento da integração dos povos.

O Festival

Uma multidão marcou presença no pavilhão dos países

Uma multidão marcou presença no pavilhão dos países

Envolvendo aproximadamente 500 pessoas entre artistas, artesãos, produtores, agentes e técnicos culturais de diversos Estados do Brasil e de mais seis países – Paraguai, Bolívia, Uruguai, Chile, Peru e Argentina – o Fasp conta com uma extensa programação de quatro dias com atividades em Corumbá, Ladário e nas cidades bolivianas de Puerto Quijarro e Puerto Suarez. A Praça Generoso Ponce, principal palco, em Corumbá, reúne pavilhões com artesanatos, livros e gastronomia.

Este ano o festival contabiliza mais de 60 atrações entre shows musicais, espetáculos de dança, teatro, circo, mostras de artes visuais, artesanato, audiovisual, saberes indígenas, palestras, mesas-redondas, lançamentos de livros, oficinas, fomento à economia criativa, formação e capacitação cultural, arte educação, cultura popular, ciência e tecnologia, inovação, esportes e turismo.

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