Fiscalização apreende explosivos irregulares em garimpo e pedreira

Exército fiscalizou esses locais em Nova Santa Helena e Marcelândia (MT).
Foram achados explosivos em grande quantidade e acessórios explosivos.

Comentar
Compartilhar
17 nov 2016 Por G1 8h31
apreensao_ex

Fiscalização apreende explosivos irregulares em garimpo e pedreira (Foto: Exército Brasileiro)

Duas cargas de explosivos irregulares foram apreendidas em fiscalizações do Exército Brasileiro em um garimpo e em uma pedreira nas regiões dos municípios de Nova Santa Helena e Marcelândia, a 622 e 712 km de Cuiabá. As apreensões ocorreram na terça-feira (15) e foram divulgadas nesta quarta-feira (16).

De acordo com o exército, as fiscalizações ocorreram no norte de Mato Grosso em empresas de extração de minério; prestadoras de serviço de detonação para construção civil; depósitos de explosivos e produtos químicos; e comércios de armas e munições.

Exército fiscalizou esses locais em Nova Santa Helena e Marcelândia (MT) (Foto: Exército Brasileiro)

Exército fiscalizou esses locais em Nova Santa Helena e Marcelândia (MT) (Foto: Exército Brasileiro)

Além da inspeção destas atividades, a ação também pretendia levar informação aos que trabalham com produtos controlados, buscando assim regular o trato correto, seguro e legalizado destes produtos.

Foram achados explosivos em grande quantidade e acessórios explosivos (Foto: Exército Brasileiro)

Foram achados explosivos em grande quantidade e acessórios explosivos (Foto: Exército Brasileiro)

As equipes, com base em análises e imagens aéreas, foram até um garimpo entre os municípios de Nova Santa Helena e Marcelândia. Nesse local foram apreendidas 149 unidades de emulsão explosiva encartuchada, 48 espoletas, cordel detonante e estopim. A segunda ocorrência foi em uma pedreira, também próxima ao município de Nova Santa Helena.

Nessa pedreira foi constatada a fabricação irregular de explosivos, sendo encontrados 5.500 kg de explosivo, aproximadamente 500 kg de emulsão explosiva encartuchada, mais de 1,3 mil metros de cordel detonante e diversos acessórios explosivos.

Os dois locais não possuem autorização para o uso de produtos controlados. Os responsáveis pelos produtos controlados foram encaminhados para a Polícia Civil da região. A preocupação nessas fiscalizações é evitar que os produtos sejam desviados para atividades criminosas, como explosões de caixas eletrônicos e ataques em agências bancárias no estado.

Leia Também

Colunas

Contraponto