Índice de infestação do Aedes atinge 1,90% em Corumbá, aponta LIRAa

Corumbá está com índice de infestação pelo mosquito Aedes aegypti de 1,90%, acima do aceitável pela Organização Mundial de Saúde que é de até 1%. Foi o que apontou o último Levantamento do Índice de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa), realizado no período de 24 e 27 de outubro em 19 bairros da cidade, além […]

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03 nov 2016 Por Ascom PMC 9h06
Números foram divulgados nesta quinta-feira / Foto: Arquivo Folha

Números foram divulgados nesta quinta-feira / Foto: Arquivo Folha

Corumbá está com índice de infestação pelo mosquito Aedes aegypti de 1,90%, acima do aceitável pela Organização Mundial de Saúde que é de até 1%. Foi o que apontou o último Levantamento do Índice de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa), realizado no período de 24 e 27 de outubro em 19 bairros da cidade, além da área central que é dividida em duas regiões.

O resultado foi incorporado ao LIRAa Nacional juntamente com os de outras cidades brasileiras que realizam esse trabalho para levantar o índice de infestação do Aedes aegypti, transmissor da zika vírus, febre chikungunya, dengue (1, 2, 3 e 4), além da febre amarela.

O levantamento foi feito pelos agentes de endemias que trabalham na rotina de visita conforme o Programa Nacional de Controle da Dengue e Febre Amarela, acompanhados pelos cinco supervisores de área, respeitando a regra de sorteio dos imóveis previsto no programa do Ministério da Saúde.

O LIRAa apontou ainda que 62,86% dos focos do Aedes foram encontrados em depósitos de água localizados ao nível de solo, 20% em pequenos depósitos móveis e 14,29 depósitos fixos.

O bairro com maior incidência de infestação foi o Previsul com 6,25% (100% em depósito de água a nível de solo), seguido da Popular Velha com 5,95% (100% em depósito de água nível de solo); Maria Leite com 4,27% (60% em depósito de água nível de solo, 20% em pequenos depósitos móveis e 20% em depósitos fixos)

Outros bairros com índices acima do aceitável são o Centro América com 3,77% (66,67% em depósito de água nível de solo, 33,33% em pequenos depósitos móveis); Universitário com 3,45% (50% em pequenos depósitos móveis, e 50% lixo); Nossa Senhora de Fátima com 2,86% (100% em depósito de água nível de solo).

Foram encontrados focos também no Guató, 2,67% (50% em depósito de água nível de solo, 25% em pequenos depósitos móveis e 25% em depósitos fixos); Cristo Redentor com 2,15% (50% em depósito de água nível de solo, 50% em pequenos depósitos móveis); Nova Corumbá com 1,75% (100% em depósito de água nível de solo).

O Jardim dos Estados está com 1,33% (100% em depósito de água nível de solo); Popular Nova com 1,32% (100% em depósito de água nível de solo); Centro II com 1,29% (50% em depósito de água nível de solo, e 50% em pequenos depósitos móveis).

Já o Aeroporto está com 0,83%, abaixo do aceitável (100% em pequenos depósitos), assim como o Centro I que ficou com 0,53%, sendo 100% em depósitos fixos). Nos bairros Generoso, Beira Rio, Industrial, Dom Bosco, Arthur Marinho, Cervejaria e Guarani não foram encontrados focos do mosquito.

Quinto ciclo

Este foi o quinto ciclo do LIRAa realizado em Corumbá. O índice registrado agora ficou abaixo do levantamento realizado no final de agosto que apontou infestação de 2,10% da cidade. Na época, o bairro com maior incidência foi o Guató com 8,75%, seguido do Jardim dos Estados com 4,17%, Previsul com 4,00%, Popular Velha com 3,57%, Aeroporto com  3,53%, Cristo Redentor  com 2,59%, Centro América com 2,56%, Nova Corumbá com 2,56, Centro II com 1,76 % e Popular Nova com 1,43%.

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