Representantes de empresa Termoelétrica apresenta projeto de instalação à Prefeitura de Ladário

Ladário (MS)- O prefeito José Antônio Assad e Faria, recebeu no final da manhã desta quinta-feira, 06 de outubro, o diretor de Novos Negócios da Global Participações em Energia S.A Valfredo de Assis Ribeiro Filho, bem como também o gerente de Novos Negócios Cassiano José de Souza Silva e a consultora em Meio Ambiente Máyra […]

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10 out 2016 Por Redação 10h40
Projeto foi apresentado ao prefeito de Ladário e empresa vai realizar audiência pública no dia 10 de novembro / Foto: Divulgação

Projeto foi apresentado ao prefeito de Ladário e empresa vai realizar audiência pública no dia 10 de novembro / Foto: Divulgação

Ladário (MS)- O prefeito José Antônio Assad e Faria, recebeu no final da manhã desta quinta-feira, 06 de outubro, o diretor de Novos Negócios da Global Participações em Energia S.A Valfredo de Assis Ribeiro Filho, bem como também o gerente de Novos Negócios Cassiano José de Souza Silva e a consultora em Meio Ambiente Máyra Golin Rodrigues, responsáveis pelo projeto da Usina Termoelétrica Fronteira- UTE Fronteira. O intuito da visita foi apresentar o plano de instalação da Usina Termoelétrica Fronteira, que deverá chegar à Ladário nos próximos anos.

Ainda participaram do encontro o ex-secretário de Fomento ao Desenvolvimento Econômico e vereador Jorge De Castro (PTB) e a diretora-presidente da Fundação de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Ligia Lopes Teixera, bem como o Consultor Ambiental Ângelo Rabelo e ex-prefeito de Ladário e Aurélio Quintiliano da Cruz.

Além de apresentar todo o projeto ao Executivo municipal, durante o encontro, foi definida a data da realização da audiência pública, que deverá acontecer no dia 10 de novembro.

Durante a audiência, será apresentado para a população e órgão ambientais, todas as ações socioambientais, que acompanharão a implementação do projeto na Pérola do Pantanal.

Para o prefeito José Antônio, a vinda da termoelétrica pode representar um grande avanço para cidade.

“A instalação dessa termoelétrica significa um grande passo para o desenvolvimento da nossa região, alavancando a economia de Ladário, gerando vagas de emprego durante a fase de construção e durante a operação da mesma. Com isso, nossa população será beneficiada diretamente. Sempre buscamos oportunidades como essa e agora ela pode ocorrer. Fico feliz com este desfecho”, disse o prefeito.

Conforme o projeto, com a vinda da termoelétrica, que será destinada unicamente à produção de energia elétrica, interconectando-se ao Sistema Interligado Nacional – SIN através de uma linha de transmissão em 230 kV, haverá a estimativa de criação de 500 empregos diretos e 2 mil empregos indiretos durante a sua construção.

Já durante a sua operação serão 50 empregos diretos e 100 indiretos. Toda a estrutura da inserção elétrica da UTE na rede, proporcionará maior confiabilidade ao sistema de abastecimento de energia elétrica na região, e também no atendimento às exigências nas horas de pico, pois se situa na ponta do sistema, não dependendo, para tanto, das pesadas transmissões de longa distância.

“A instalação da termoelétrica aumentará a oferta de energia em quantidade e qualidade e irá reduzir seu custo, permitindo a instalação de novos empreendimentos no futuro. A possibilidade de utilização de gás natural da Bolívia, da mesma forma, abrirá novos horizontes de investimentos na região, em especial o tão sonhado Polo Minero Siderúrgico. Há anos estamos articulando junto aos diversos setores para que este empreendimento virasse uma realidade, que certamente alavancará o futuro das cidades pantaneiras”, falou o vereador De Castro.

Já a diretora-presidente da Fundação de Meio Ambiente Ligia Teixeira, disse que o projeto é bom, porém é preciso analisar os impactos ambientais gerados pelo empreendimento na região, “todo projeto de um novo empreendimento é impactante, mas a empresa tem responsabilidade social e ambiental, o que garante um desenvolvimento do município, de forma sustentável, tendo outras formas de mitigar ou compensar os impactos gerados. Por isso que o projeto está sendo analisado pelo órgão ambiental do Estado – IMASUL”, mencionou.

Com informações Ascom PML

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