Sampri é uma das atrações do Festival América do Sul Pantanal

Combinando com o clima cultural de Corumbá, o último dia do Festival América do Sul Pantanal (FASP) vai resgatar na música as raízes afro-brasileiras. Nascido de uma roda de samba de quintal, o grupo Sampri se apresenta no dia 14, na Praça Generoso Ponce, mesmo dia da baiana Mariene de Castro. Criado em 2002 após […]

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04 nov 2016 Por Redação 11h23
Foto: Divulgação

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Combinando com o clima cultural de Corumbá, o último dia do Festival América do Sul Pantanal (FASP) vai resgatar na música as raízes afro-brasileiras. Nascido de uma roda de samba de quintal, o grupo Sampri se apresenta no dia 14, na Praça Generoso Ponce, mesmo dia da baiana Mariene de Castro.

Criado em 2002 após boas conversas e muito samba, o grupo iniciou com cinco integrantes, sendo todas mulheres. Ao longo de sua existência, foi sofrendo alterações desde repertório e preferências musicais, até sua formação atual.  Hoje segue sua trajetória com as irmãs Magally, Luciana e Renatinha, além de dois percussionistas que as acompanham.

Além de preservar o samba de raiz, o diferencial do grupo é o hábito de tocar em família. Embora a paixão pelo samba seja unânime, cada uma das irmãs se identifica com um instrumento diferente: Magally no cavaquinho; Luciana no pandeiro; e Renatinha no violão. Mas todas são responsáveis por segurar o canto.

Em 2013 o grupo se apresentou no FASP pela primeira vez, voltando este ano com novo repertório. “É uma satisfação inenarrável retornar a Corumbá, cidade considerada a capital do samba de Mato Grosso do Sul. O show batizado “Resistência” representa o momento do grupo Sampri em militar pelo movimento do gênero no Estado, mesclando no repertório músicas autorais e clássicos consagrados. O intuito é aproximar o público, por meio da interação e dinâmica participativa”, contou a violonista Renata Sampri.

Movimentar grandes multidões não é exatamente o objetivo do grupo. “A ideia central do grupo Sampri é contribuir com a Música Popular Brasileira (MPB) e eternizar a cultura do samba tradicional e seus nuances”, finaliza Renatinha.

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