Vídeo mostra adestramento de tiros dos navios da Marinha em Forte Coimbra

Corumbá (MS)- O segundo dia das Operações Fronteira Sul, desencadeada por militares da Marinha e do Exercito brasileiro, foram marcadas pelo exercício de tiros reais realizados com a participação dos navios do Comando do 6º Distrito Naval, Monitor “Parnaíba”, Navio-Transporte de Tropa “Paraguaçu” e os Navios-Patrulha “Piratini” e “Poti”. As ações se concentraram na região […]

Comentar
Compartilhar
07 out 2016 Por Erik Silva 16h19
Militares participam de exercício próximo ao Forte Coimbra / Foto: Divulgação

Militares participam de exercício próximo ao Forte Coimbra / Foto: Divulgação

Corumbá (MS)- O segundo dia das Operações Fronteira Sul, desencadeada por militares da Marinha e do Exercito brasileiro, foram marcadas pelo exercício de tiros reais realizados com a participação dos navios do Comando do 6º Distrito Naval, Monitor “Parnaíba”, Navio-Transporte de Tropa “Paraguaçu” e os Navios-Patrulha “Piratini” e “Poti”.

As ações se concentraram na região de Forte Coimbra onde foram efetuados tiro com canhão de 76 mm, canhões de 40 mm e metralhadoras de 20 mm. De acordo com o comandante do 6º DN, Contra-Almirante Petrônio Augusto Siqueira de Aguiar a instrução alcançou resultados muito satisfatórios e demonstra a eficiência do Navio Monitor Parnaíba que neste ano completa 79 anos de existência.

“No exercício de hoje de tiros de alta superfície, nós presenciamos a ação perfeita do Monitor Parnaíba com seus canhões de 75mm e 40 mm, além das suas metralhadoras, sem nenhum problema de tiros e onde demonstra a grande capacidade desse navio que neste ano completa 79 anos de existência e continuando a estar preparado para exercer as suas funções que a Marinha necessita que ele realize”, concluiu.

A Operação “Fronteira Sul”, que ocorrerá até o dia 21 de outubro, de forma simultânea e completar com a Operação “Ricardo Franco”, contando também com a execução da Operação Ribeirinha, Ações de Assistência Hospitalar e Levantamento Hidrográfico. O objetivo é incrementar e aperfeiçoar o nível de adestramento das Organizações Militares, levar assistência médica e odontológica à população ribeirinha, fiscalizar o tráfego aquaviário e aumentar a segurança da navegação no Rio Paraguai.

Além de navios, aeronaves, lanchas e viaturas, a Marinha conta com o apoio de embarcações, aeronave e tropas do Exército Brasileiro, totalizando o envolvimento de 860 militares na Operação Naval.

Colunas

Contraponto